Como as PME da construção estão a dar a volta à crise


Sem os trunfos das grandes construtoras, as empresas de pequena e média dimensão do setor adotaram estratégias diferentes para superar o impacto causado pela Covid-19. Conheça os casos da Socicorreia, Grupo Fortera, Imovendo e Garcia Garcia.

Enquanto as grandes construtoras de capital nacional se queixam de que a maioria dos concursos de grande dimensão no setor das obras públicas em Portugal estão a ser ganhas pelas concorrentes espanholas, as pequenas e médias construtoras e imobiliárias do país adotaram estratégias diferentes para fazer face ao impacto da pandemia e às incertezas causadas no mercado pelos repetidos surtos de Covid-19.

Numa primeira análise efetuada pelo Jornal Económico a diversas empresas do setor, percebe-se que esta área de atividade está a ser menos afetada do que originalmente seria de esperar, pois, segundo os últimos dados disponíveis, apenas 25% das construtoras pararam obras em Portugal. E, segundo dados disponibilizados pela APEMIP – Associação dos Profissionais de Mediação Imobiliária de Portugal, 34,3% das empresas do setor identificaram um aumento na procura de imóveis em julho, face a junho. Um estudo da Imovirtual desta semana indica que os preços média de venda de casa subira 1,12% em outubro face ao homólogo, um acréscimo de 1,65% na modalidade de arrendamento.


Fonte: Jornal Económico