Três milhões para ampliar parque empresarial em Ponte da Barca


A primeira fase de ampliação do parque empresarial de Rodo, em Ponte da Barca, foi hoje lançada a concurso público, pelo valor base de 2,948,321.95 euros, segundo anúncio publicado em Diário da República (DR).

De acordo com o documento, a empreitada de “Execução da Expansão da Área de Acolhimento Empresarial de Ponte da Barca – Parque Empresarial do Rodo II- Loteamento Fase 1” tem um prazo de execução de um ano.

O “prazo para apresentação das propostas termina às 17:30 do 15.º dia a contar da data de envio do presente anúncio”, quinta-feira, 21 de abril.

Em novembro, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Ponte da Barca, Augusto Marinho (PSD), apontou que aquela fase de ampliação do parque prevê a criação de 12 de um total de 21 lotes.

Augusto Marinho acrescentou que “dois lotes da primeira fase, com uma área total de 18.355 metros quadrados, já foram vendidos à Adega Cooperativa de Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, para a construção de seu novo edifício, orçado em mais de seis milhões de euros”.

Já na segunda fase de ampliação da zona empresarial de Rodo, com nove lotes, serão investidos mais de 791.627 euros. A empreitada tem um prazo de execução de um ano.

As “duas fases da área empresarial, que passará a ter uma área total de 72.056 metros quadrados, tem um custo total de 2.955.591,66 euros, e financiamento aprovado de 750 mil euros do programa Norte 2020”.

O autarca social-democrata explicou que a execução dos 21 novos lotes, “destinados à indústria, armazenagem, comércio e serviços, visa sobretudo colmatar a procura de terrenos para fins industriais, promover o empreendedorismo e consequentemente o desenvolvimento económico num concelho carente deste tipo de infraestruturas”.

O “projeto de ampliação da zona empresarial de Rodo foi aprovado pelo executivo municipal em 2019, sendo que logo após foi iniciado o procedimento de aquisição dos terrenos necessários à sua efetivação quer pela via do direito privado quer, posteriormente, através do mecanismo de expropriação para 20 parcelas de terreno”.

Na altura, Augusto Marinho disse que este investimento pretende “incentivar e fomentar quer à fixação da população através da criação de emprego, quer à criação de dinâmicas, parcerias e inovação que serão uma mais-valia para o desenvolvimento da qualidade de vida do concelho”.
 

Fonte: O Minho